quinta-feira, 5 de março de 2009

Soneto de Fidelidade

De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.(Vinicíus de Moraes)

3 comentários:

  1. Boooom diiiia Silvana... adooreiii o seu blog... e pode ter certeza q ja ganhaste uma seguidora...

    Espero q possamos ser amigas de blog...

    Beijinhooooos....

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  2. Olá!!
    Também gosto de poemas até me arusco se poder entre e comente, continue colocando este amor que tem pela terra, etc... pois ganhou um seguidor abraço beijos

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  3. Silvana, acho lindo este soneto. Muito gostoso estar navegando em um domingo, no final do meu dia e encontrar algo tão agradável.

    Vinícius Feelings

    Abraço do Jefhcardoso, encantado!

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